Conheça o viajante inglês que quer comprar uma casa no Ibiti

Henry Cookson já acampou com um grupo de turistas dentro de um vulcão nas Ilhas Galápagos, rodeado de tartarugas gigantes pré-históricas. Já caminhou até o Polo da Inacessibilidade da Antártica, onde, a 90 graus abaixo de zero, encarou face a face o lendário busto de Lênin. Cortou a Groenlândia de Sul a Norte em pranchas de snowkite. Levou o Príncipe Harry e um grupo de veteranos de guerra ao Polo Norte geográfico na expedição “Walking with the Wounded”. Foi pioneiro a levar turistas em um superiate e em submarinos à Antártica. Levou gente a escalar as alturas do Kilimanjaro e do Aconcágua. Mas foi na Serra do Ibitipoca que o viajante inglês decidiu construir sua primeira casa do zero. “Eu não fazia ideia da magia que nos esperava”, admite o explorador britânico, fundador da Cookson Adventures, empresa especializada em turismo em áreas remotas ou de condições extremas. Ele conheceu o Ibiti em julho de 2023, quando esteve no Rio de Janeiro para um casamento. “Eu nem era convidado, um amigo que me chamou para vir, e eu disse ‘por que não?’. Não podia imaginar a mudança que aquilo causaria na minha vida.” Os amigos de Cookson haviam programado uma estadia de duas noites em um “lugar no campo”. E esse lugar era o Ibiti. “Em questão de horas eu já me sentia em casa. Algo ali me fez querer pertencer àquele lugar.” Embora tenha estado em localidades vistas de perto por poucos olhos humanos, de ter excursionado pelas mais paradisíacas e desafiadoras paisagens da Terra, Henry Cookson não havia ainda encontrado esse local de pertencimento. Há muito tempo ele procurava um lugar onde sentisse que “pertencia”, que fosse único, autêntico, dotado de natureza, senso de comunidade e integridade. Segundo Cookson, embora existam lugares no mundo “mais bonitos e com mais vida selvagem e cachoeiras maiores”, é tudo uma questão de equilíbrio. E nessa balança, pesou ainda a favor do Ibiti a existência de uma comunidade liderada pelo “visionário Renato (Machado), que reuniu pessoas apaixonadas”. Mais que um “gringo empolgado” Henry Cookson se apaixonou à primeira vista pelo Ibiti, esse “pequeno paraíso”, nas suas palavras. “Eu falei das minhas intenções com o Renato em minha primeira visita, mas ele deve ter pensado, ‘ah, é só um gringo que está empolgado’. Só que uma semana depois eu já estava no telefone com ele, que me convidou a voltar. Depois disso, em dois anos eu já vim umas oito ou nove vezes.” Em suas estadias no Ibiti, Cookson fica dez dias, duas, três semanas, mas “nunca é o suficiente”. Por isso ele decidiu construir uma casa. “O Ibiti é uma combinação de arte, da filosofia por trás de tudo isso, de natureza, de trazer a vida de volta e das pessoas maravilhosas que trabalham lá e são uma verdadeira comunidade. É um modelo de como a sociedade realmente deveria ser.” Convidado a fazer parte da família do Ibiti, o aventureiro foi encorajado a encontrar um local que parecesse certo para ele. Cookson passou muitos dias e horas explorando a paisagem, se perdendo e encontrando “becos sem saída”. Ele quer construir a casa não apenas para si, mas para receber amigos e “pessoas interessantes” do mundo todo, para que possam compartilhar a visão e a filosofia do Ibiti. Ele acredita que esse modo de vida é “essencial para o futuro de quem somos como espécie”. Cookson não tem pressa. Quer apenas ter certeza de que fará a coisa certa. “Quando descrevo o Ibiti aos amigos, digo que é a Goldilocks Zone da vida: um termo que cientistas usam para planetas encontrados no universo que são ideais para sustentar a vida. O Ibiti não é chique demais, não é hippie demais, é simplesmente o ponto perfeito em tantos aspectos: as pessoas, a arte, a natureza. Não é selvagem a ponto de ser desconfortável para se adaptar, nem remoto demais para se sentir isolado da chamada civilização, mas, ainda assim, você se sente em uma bolha protegida do caos do resto do mundo. As pessoas lá também são maravilhosas, tão gentis e prestativas, uma verdadeira comunidade de almas unidas em uma visão de como devemos tratar uns aos outros, de como devemos largar nossos celulares e nos reconectar com nós mesmos e com a natureza. Do ‘countryside’ britânico à Antárctica A ligação de Henry Cookson com a natureza nasceu na infância, em Wiltshire, na zona rural da Inglaterra. “Eu e meus amigos construíamos casas nas árvores e saltávamos sobre os arbustos”, recorda o explorador. Adolescente, viajou ao Quênia e conviveu com tribos locais e animais do Planalto de Laikipia, uma experiência que acendeu sua conexão com o mundo natural. Depois do colégio, trabalhou como guia em um safári na Reserva de Masai Mara, experiência que plantou a semente da aventura e o fez perceber que a vida podia ser muito mais do que um escritório. Mesmo assim, seguiu o caminho convencional: estudou, entrou para a Goldman Sachs e odiou cada minuto. “Depois de três anos, pedi demissão decidido a seguir meu sonho”, conta. O destino mudou em uma noite regada a uísque, quando, por impulso, se inscreveu em uma corrida de esqui até o Polo Norte magnético. Contra todas as probabilidades, venceu, e o feito o levou à Antártica, onde, em 2007, alcançou o Polo de Inacessibilidade e entrou para o Guinness Book. A partir daí, dedicou-se a explorar e guiar outros aventureiros pelo mundo. O sucesso o levou a fundar a Cookson Adventures Dívida com a Terra Muitos dos clientes de Cookson são famílias que saem em períodos sabáticos pelo mundo, como uma que navegou em um iate de 60 metros ao longo de cinco anos após vender seu negócio. “Nós sempre tentamos linkar a questão da conservação e dar um retorno através das nossas jornadas. Somos privilegiados de ter pessoas muito poderosas, ricas e influentes entre nossos clientes, e tentamos educá-las em relação à fragilidade e à importância de nutrir e cuidar do nosso planeta e dos seres humanos.” Nesse compromisso com o
Serendipidade no Ibiti: quando o acaso transforma a experiência

Serendipidade: “Permita-se que a sorte se manifeste” Por Joaquim Monteiro* Numa vida cada vez mais previsível, em que aplicativos nos antecipam o trânsito, o tempo, o amor, a moda… O Ibiti Projeto nos ensina que a vida analógica é mais fascinante que a vida digital. Aqui aprendi que ”o acaso” pulsa forte e como é importante é deixar tempo livre na programação para simplesmente permitir que a sorte se manifeste. Existe uma palavra em inglês que resume bem a ”capacidade de achar prazeres por acaso“: Serendipity. É, por exemplo, se permitir andar por uma trilha e se deparar com uma cachoeira fascinante. É se perder de bike e descobrir um caminho fantástico. É tomar um café do Gaia, e, na mesa ao lado, encontrar hóspedes com tantos pontos em comum. Ou seja, é aquela descoberta inesperada graças à sagacidade e à atenção aos detalhes. É a habilidade, ou a arte, de perceber e aproveitar acidentalmente descobertas felizes. É aquele encontro inesperado com pessoas, ideias ou momentos de pura beleza. O voo SP-Ibiti, por exemplo, não é apenas uma ponte aérea entre a Selva de Pedra e o Paraíso: é uma conexão com oportunidades de vivenciar inovação e sustentabilidade em primeira mão. Cada pouso é um convite espontâneo à descoberta, possibilitando que pequenos acasos possam gerar grandes aprendizados, tanto para quem visita quanto para o próprio projeto. Permitir-se viver o inesperado é um gesto de carinho para si próprio. É sobre confiar e tangibilizar o que a vida reservou para você. Portanto, como aqui só vem gente legal, tenha certeza que a natureza reservou algo valioso para você. As descobertas mais profundas são frequentemente encontradas no inesperado. Por isso acredito muito que se hospedar no Remote ou fazer programas como a Travessia são um convite para o bem estar ou uma trilha para a surpresa positiva. Recentemente conheci a dona Nair em uma carona para Lima Duarte. Pensa numa conversa prazerosa. Fiquei vidrado com a genuinidade e sincera hospitalidade dessa moradora. O sotaque da dona Nair deveria ser registrado como patrimônio imaterial do Mogol. É praticamente um dialeto que merece ser escutado. Isso tudo foi por acaso, e hoje acho que conversar com dona Nair é sem dúvida um ótimo programa para quem visita o Village em busca de autenticidade. É de uma sensibilidade de deixar com ciúmes qualquer especialista em felicidade. Ou seja, prever tempo livre, enquanto no Ibiti, é uma atividade necessária para encontros verdadeiros acontecerem e se tornarem um momento memorável da viagem. A palavra serendipity (serendipidade em português) – criada em 1754 pelo escritor inglês Horace Walpole, inspirado no conto persa Os Três Príncipes de Serendip – é celebrada no mundo da criatividade e da inovação, valorizada por sua capacidade de transformar o inesperado em oportunidade. Em concursos populares do Reino Unido, serendipity foi eleita como uma das palavras favoritas do público, reforçando seu simbolismo de encontros felizes e inesperados, de insights que surgem quando menos se espera. No Ibiti, serendipidade parece brotar na terra. Por isso vale estar aberto para perceber, valorizar e potencializar o inesperado. É nessa junção de coincidências, escolhas conscientes e encontros casuais que ideias florescem, parcerias se formam e o projeto cresce. Cada gesto e cada presença carregam o potencial de algo extraordinário. E é nesse fluxo contínuo de descobertas que o Ibiti revela sua magia, sempre pronto para surpreender. *Joaquim Monteiro é sócio do Sertões e conselheiro do Ibiti Projeto
Descubra o Ibiti e viva a natureza como você nunca imaginou

Nos limites do Parque Estadual de Ibitipoca, em Minas Gerais, existe um lugar que não se explica apenas por destino de turismo regenerativo com hospedagens de luxo. O Ibiti é um projeto socioambiental de 6 mil hectares que une regeneração da Mata Atlântica, experiências sensoriais exclusivas, arte, ciência e um jeito próprio de viver e celebrar, no tempo da natureza. Aqui, antigas áreas de pasto deram espaço a florestas vivas. E cada experiência nasce da mesma pergunta: como viver melhor, com menos impacto e mais sentido? Arte que toca o céu No alto da serra, esculturas monumentais criadas para o Festival Burning Man, na Califórnia, ganham nova vida em diálogo com a paisagem mineira. Cenário para observação do céu, programas intimistas como meditação e sound healing, passeios de bike ou a cavalo, piqueniques em grupos de amigos e familiares ou mesmo para a comemoração de uma data especial em total privacidade. Gastronomia da terra Com mais de 100 variedades de alimentos orgânicos cultivados pelo Ibiti Gaia dentro do próprio território, o Ibiti pratica, diariamente, o conceito de garden to table. O que chega ao prato nasce ali, respeitando o solo, o tempo e quem produz. Música na vila Ao entardecer, um piano do século XIX ecoa no Gaia Café, em uma pequena vila mineira chamada Mogol. Não há pressa. Não há excesso. Apenas música, paisagem e a sensação rara de que o tempo parou para que se possa ouvir. Muriquis: ciência, coragem e esperança O Ibiti abriga um dos projetos mais relevantes do mundo para a conservação dos muriquis, que são os maiores primatas das Américas e estão criticamente ameaçados de extinção. Trata-se de um trabalho inédito, que une ciência, pesquisa de ponta, cuidado e compromisso de longo prazo. Programas personalizados que conectam a sua essência Dos primeiros raios do sol ao cair da noite, o Ibiti convida a viver a natureza em todos os ritmos em roteiros desenvolvidos com exclusividade para você e quem mais estiver a seu lado: passeios de bike por trilhas, banhos de cachoeiras, terapias especiais nos spas, com piscina aquecida, banheiras ao ar livre, arte espalhada pela paisagem e mirantes para o nascer e o pôr do sol, além de observação de astros. Há ainda escola, oca, pomar, orquidário, café, restaurante,cinema, praia de água doce, lago e muito mais. Famílias, crianças, casais, solteiros…Todos são muito bem-vindos a conhecer esse “portal de possibilidades”. O Ibiti sedia o Sertões MTB Ibitipoca há cinco anos consecutivos. Abriga o Muriqui Sounds – evento de música, arte e gastronomia nas Estátuas, que vai para sua quinta edição em 2026. O jeitim Ibiti de ser A gente costuma dizer que o Ibiti é quase um país, com seu jeito próprio de ser, pensar e falar. Aqui, português e inglês se misturam com sotaque carregado de mineirice. Filosofia clássica convive com saberes da comunidade. Empreendedorismo caminha ao lado das tradições locais. No Ibiti, aprende-se com o passado, celebra-se o presente e reimagina-se o futuro. Dormir também é uma experiência As formas de hospedagem refletem diferentes maneiras de se relacionar com o Ibiti Engenho Lodge — um elegante casarão de fazendaVillage — casas confortáveis integradas à vila e à vida localRemote — refúgios silenciosos em total conexão com a naturezaOca — construída por indígenas do Xingu, acolhe gruposGlamping — conforto sob céu estrelado Reconhecimento mundial O Ibiti mostra que é possível unir excelência, conforto, cultura e impacto positivo real Sistema B — desde 2017 Robb Report 2023 — entre os 50 melhores hotéis do mundo Condé Nast Johansens 2024/2025/2026 — Excelência em sustentabilidade The Long Run — turismo com propósito Onde fica Nos limites do Parque Estadual de IbitipocaLima Duarte — MGComo chegar • Voos exclusivos SP–Ibiti em pista de pouso privativa do Ibiti Projetoflyflapper.com• Helipontos exclusivos• De carro: acesso pela rodovia LMG-871 Saiba mais ibiti.com @ibitiprojeto @ibiti.village @ibitiengenho Reservas (32) 98449-2200 (32) 99984-7626 IBITI Um lugar para sentir e sair diferente
Casa Einstein: hospede-se no Ibiti e veja o céu dormindo com você

Há lugares que parecem suspensos entre o tempo e o espaço. No alto da serra na Vila Mogol, integrada ao conceito Ibiti Village, a Casa Einstein (ou Glass House, como também é conhecida) é um desses lugares onde a natureza não está apenas ao redor, mas por toda parte. O amanhecer entra pelas paredes de vidro, a lua nasce no horizonte diante da cama, e o vento atravessa o deque como se fizesse parte da arquitetura. Moderna, minimalista e transparente, a Casa Einstein convida a um tipo de experiência essencial: olhar para fora e, ao mesmo tempo, para dentro de si. Tributo à curiosidade e à criação Batizada em homenagem a Albert Einstein, a casa celebra o pensamento livre, criativo e contemplativo do físico. Sua transparência é também filosófica. Cada detalhe parece despertar o pensamento. Um espaço onde o privilégio é ver o céu dormir com você. Morada no Alto Mogol Com 170 m² de espaço fluido e integrado, a casa acomoda até duas pessoas com privacidade total e vista 360º para a natureza. O quarto se abre para a mata, a banheira vitoriana voltada para o verde convida a uma imersão na natureza. Do lado de fora, uma ducha em formato de tronco massageia o corpo com a pressão na medida certa: um verdadeiro ritual. A escada caracol de ferro vazada é mais um elemento decorativo na fachada da casa, levando ao rooftop verde, pensado para contemplar o sol e a lua, o céu e as estrelas. E o tempo parece se expandir. Um chamado à contemplação, a observar o movimento lento do amanhecer ao entardecer. Conforto com consciência ecológica A Casa Einstein combina privacidade, design e propósito. Ideal para casais, ela acolhe tanto quem busca um fim de semana regenerativo quanto quem deseja uma temporada criativa, entre a inspiração da paisagem e o conforto de um lar aconchegante. O projeto traduz o espírito minimalista do Ibiti em linhas puras e peças de design em contraste com outras exclusivas fabricadas na marcenaria do próprio projeto. Toda a estrutura sustentável envolve madeira de manejo responsável, energia solar e tratamento de esgoto ecológico. Cortinas automatizadas e iluminação inteligente equilibram tecnologia e simplicidade. O espaço ainda é equipado com cama king size, cozinha funcional (frigobar, cafeteira, purificador de água), roupões, amenities ecológicos, aquecedor de toalhas e rede Wi-Fi. Casa Einstein – Ibiti Village, Vila Mogol 170 m² | 2 pessoas | 1 suíteRooftop com vista para o nascer da lua e do solDucha ao ar livre Diária inclui café, almoço e jantar no restaurante Yucca, no Ibiti Village, além de aulas de yoga matinais Reserve essa experiência! Central de Reservas: (32) 98449-2200
The Long Run: Ibiti recebe encontro global sobre regeneração

Desenvolvimento e natureza caminham lado a lado. Este é o mote do Annual Members Meeting 2025 da rede The Long Run, que acontece de 26 a 30 de outubro de 2025 no Ibiti Projeto, em Minas Gerais, reunindo alguns dos destinos mais comprometidos do planeta com conservação, cultura, comunidade e comércio consciente: os 4Cs que norteiam a filosofia da rede. Fundada sob o guarda-chuva da Zeitz Foundation, The Long Run conecta e apoia empreendimentos que atuam como guardiões de ecossistemas e agentes de transformação social. Hoje, a rede protege milhões de hectares de áreas naturais em todo o mundo e influencia políticas, práticas e investimentos voltados ao turismo de impacto positivo. O tema central do encontro deste ano é “Resilient Commerce for Lasting Impact Across the 4Cs” — Comércio resiliente para impacto duradouro nos 4Cs. Durante cinco dias, o Ibiti será o cenário de painéis, imersões e vivências que unem negócios e natureza, explorando temas como “Empreendedorismo e inclusão como motores da regeneração”, “Conectando paisagens e líderes para mudança sistêmica”, e “Ética, integridade e o futuro da conservação”. Participações Entre os nomes confirmados estão Stephan Bruckner (Wolwedans, Namíbia), Roberto Klabin (Caiman Pantanal, Brasil), Thais Corral (Sinal do Vale, Brasil), Michael Dyer (Borana Lodge, Quênia), Philippa Roe (Six Senses Laamu, Maldivas) e Wouter Jordaan (Tswalu Kalahari, África do Sul), além de representantes de reservas biológicas, ilhas privadas e iniciativas regenerativas da América Latina, África e Ásia. As experiências do encontro incluem yoga ao nascer do sol, trilhas pelas cachoeiras e matas do Ibiti, visitas à Vila de Mogol, encontros com empreendedores locais e uma parada especial na Casa dos Muriquis, onde o biólogo Fabiano de Melo apresenta o projeto pioneiro de reprodução assistida do maior primata das Américas. O painel “Beyond the Obvious” trará Claudia Baumgratz (Ibiti Engenho Lodge), Joaquim Monteiro (Sertões MTB) e Alex Soderberg (Ibiti Vegan), discutindo como o Ibiti amplia sua missão de regeneração através de eventos e experiências que inspiram diferentes públicos. No caminho certo “Receber o encontro da The Long Run no Ibiti é uma confirmação de que estamos no caminho certo. Compartilhamos com essa comunidade a crença de que regenerar é um verbo que se conjuga com ações, e que o turismo pode ser uma poderosa força de transformação.” “Destinos regenerativos lideram pelo exemplo, mostrando que o turismo pode ser uma força para o bem. Nossos membros não têm medo de fazer perguntas difíceis, falar sobre fracassos, compartilhar lições aprendidas e construir sobre elas, porque o verdadeiro progresso requer honestidade e coragem. Afinal, o valor que oferecemos aos hóspedes reside na singularidade de nossas paisagens e na autenticidade de nossas conexões, o que nos torna guardiões naturais de ecossistemas, culturas e das comunidades que os protegem.” Sobre o futuro e o impacto do evento, Johanna Barba ressalta: “Esperamos que os participantes saiam de Ibiti inspirados tanto pelo lugar quanto pelas pessoas. A programação foi desenhada para refletir o espírito ousado de Ibiti, sua criatividade na construção de comunidade, seu profundo respeito pela natureza e sua celebração da cultura em todas as suas formas. Esses dias são projetados para despertar novas ideias e nos desafiar a pensar de forma diferente sobre a regeneração na prática. Mas, mais do que isso, esperamos que todos saiam com um renovado senso de conexão uns com os outros e com a missão compartilhada que temos como membros do The Long Run. O que torna esta comunidade especial é sua autenticidade: um espaço para trocas honestas, sem ego ou pretensão, onde podemos nos reconectar, recarregar as energias e fortalecer nossa capacidade coletiva de criar mudanças positivas”. O encerramento será marcado pela fala de Hugo Cambraia, CEO do Ibiti Projeto, apresentando o programa Ibiti Regenera, uma iniciativa de longo prazo que simboliza o compromisso do projeto com os próximos 2.000 anos de regeneração. O encontro da The Long Run no Ibiti representa a convergência de uma comunidade que sonha, trabalha e planta o futuro de forma coletiva.