Ponte aérea SP-Ibiti: A natureza mais perto de você!

Chegar ao Ibiti nunca foi tão fácil — e tão encantador. Agora, um voo regular SP-Ibiti conecta São Paulo ao Ibiti Projeto em apenas 1h20, encurtando distâncias e aproximando o hóspede de uma das experiências mais singulares do Brasil. Graças a uma parceria inédita com a Flapper, referência em aviação executiva, os fins de semana ganham uma nova possibilidade: decolar de Campo de Marte na sexta-feira à tarde e, poucas horas depois, já estar imerso nas trilhas, cachoeiras e sabores que fazem do Ibiti Projeto um destino único no mundo. “Mais do que encurtar distâncias, esse projeto representa um marco na consolidação do Ibiti como destino de referência em hospitalidade sustentável, regeneração e cultura. Queremos que o acesso seja tão especial quanto a experiência que aguarda cada hóspede aqui”, afirma Hugo Cambraia, CEO do Ibiti. Conforto no ar, liberdade na terra A rota é operada em uma Caravan Grand, aeronave segura e confortável para até nove passageiros, com bagageiro amplo para bicicletas, instrumentos musicais ou malas de quem vem para viver dias intensos de natureza e bem-estar. Graças a essa nova ponte aérea, os fins de semana ganham uma nova possibilidade: decolar de Campo de Marte na sexta-feira à tarde e, pouco mais de 1 hora depois, já estar imerso nas trilhas, cachoeiras e sabores que fazem do Ibiti Projeto um destino único no mundo. Além disso, hóspedes do Ibiti Projeto que optarem pela estadia de domingo a quinta-feira contam com tarifas especiais em trechos de reposicionamento, a partir de R$ 750 por perna. Experiências exclusivas Com a ponte aérea no mesmo fim de semana, é possível: – Saborear um jantar à luz de velas– Assistir a concertos de piano,– Pedalar pelos mais de 300 km de trilhas– Desfrutar de terapias e spa– Observar o céu, o Sol, a Lua e as estrelas–  Mergulhar em cachoeiras cristalinas Tudo isso em um território de conservação e regeneração de cerca de seis mil hectares, que une natureza, arte, filosofia e hospitalidade mineira. A pista que nasceu de um sonho Recém-reformado, o Aeródromo Carolina de Assis (SJXM), que agora conta com pavimento em asfalto, pátio ampliado e operação compatível com aeronaves executivas como Caravan, King Air e Pilatus.  Localizada a 1.100 metros de altitude, a pista tem 860 metros de comprimento e 15 metros de largura, inclinação de 8º e pátio com capacidade para até 4 aeronaves.  O sonho da pista nasceu com Carlinhos Repetto, fundador do Ibiti Projeto, inspirado em aeroportos de montanha como Courchevel. Em terreno desafiador, ele viabilizou, na primeira década dos anos 2000, a construção em uma clareira no meio da floresta, sem precisar cortar uma única árvore. O aeródromo recebeu o nome de sua mãe, Carolina de Assis Repetto (1920–2025). Primeira mulher a conquistar o brevê de aviadora em Minas Gerais, em 1939, Dona Lilina, como era conhecida, desafiou padrões da época com ousadia e coragem. Pilotava acrobacias aéreas com seu avião PP-GAN, representava Minas em competições e ainda se destacou como arquiteta autodidata e matriarca de uma grande família. Carolina faleceu em fevereiro de 2025, aos 104 anos. Celebração A inauguração oficial, no dia 18 de setembro, reuniu autoridades, parceiros e amigos do Ibiti Projeto, marcando o início de uma nova etapa para o turismo sustentável no Ibiti Projeto. Combate a incêndios A pista não só encurta a distância entre São Paulo e o Ibiti Projeto, como também é um ponto estratégico de apoio para o combate a incêndios na região. Em 2021, durante um incêndio no parque, a operação só foi contornada com o auxílio de aeronaves contratadas pelo Ibiti Projeto, que utilizaram o então aeródromo de grama como base. Com a reforma e o asfaltamento, a pista agora oferece infraestrutura ainda mais segura e eficiente para apoiar ações de emergência, além de permitir o voo exclusivo de hóspedes. Reserve seu assento flyflapper.com Informações e hospedagem (32) 98449-2200   (32) 99984-7626 Saiba mais ibiti.com @ibitiprojeto @ibiti.village @ibitiengenho 

Dia do Muriqui: como começou a preservação no Ibiti

No dia 27 de agosto celebramos o Dia do Ibiti e o Dia do Muriqui, o maior primata das Américas e espécie em perigo crítico de extinção. Para o Ibiti, a data tem um significado especial: foi aqui que nasceu o Muriqui House, projeto inédito de preservação do muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus). Tudo começou com a determinação de Carlinhos Repetto, fundador do Ibiti Projeto. Por meio de relatos de moradores da região, ele sabia que ainda havia muriquis vivendo na Mata do Luna, área ameaçada por desmatamento. Depois de uma incansável busca, Carlinhos conseguiu fazer o primeiro registro fotográfico de um muriqui-do-norte na região, em 2002, confirmando sua ocorrência. Ouça o áudio   Destino transformado “Eu já procurava esse macaco há anos”, relembra Carlinhos. “Esse registro, foi muito importante. Tá na contracapa do primeiro livro ‘Reserva do Ibitipoca’. A foto do macaco da capa é do Araquém (Alcântara). Quando você abre o livro, aí tem uma foto em preto e branco, grande, do macaco, que foi o primeiro registro fotográfico.” Na época, Carlinhos encontrou árvores em plena florada de muricis, alimento dos macacos, marcadas para serem derrubadas. Ele procurou o dono da área e, com apoio do primo Renato Machado, um dos idealizadores do Ibiti, conseguiu comprar a Mata do Luna. Esse gesto foi decisivo: garantiu a preservação da floresta e deu início a um projeto de conservação que ecoa até hoje. “Ali começou tudo”, diz Carlinhos. “Bradei aos sete cantos que era preciso preservar.” E assim nasceu a história de proteção dos muriquis no Ibiti. Hoje, passadas quatro décadas, a luta pela sobrevivência do muriqui continua. O Ibiti Projeto segue com ações de regeneração e conservação, com iniciativas inéditas como o projeto Muriqui House, desenvolvido em parceria com o Muriqui Instituto de Biodiversidade – MIB. Um passo histórico para garantir o futuro da espécie. Celebrar o Dia do Muriqui é sobretudo celebrar a coragem e a visão de quem acreditou que a preservação da natureza pode transformar destinos.